História da raça
O Dogue canário é originário das Ilhas Canárias e o seu aparecimento data do século XVIII, aproximadamente. Este cão foi introduzido nas Ilhas Canárias pelos conquistadores e colonos espanhóis. E posteriormente, com o tempo e o isolamento, acabou derivando numa raça diferenciada com traços próprios.
Esta teoria apoia-se no Dogue canário que já aparecia mencionado nos Acordos de Cabildo de Tenerife, as Ordenanças de Tenerife e nos Acordos de Cabildo de Betancuria em Forte Ventura. O uso que se dava a estes cães temperamentais nas ilhas era para o cuidado do gado, para a guarda de fazendo e como auxiliar de carniceiro nos sacrifícios do gado.
Caraterísticas Físicas
Raça de poderosa conformação física e de grande agilidade, é um cão de tamanho médio, com músculos definidos e poderosos e perfil reto. As suas costas são curtas e retas, enquanto a sua cauda possui uma implantação ampla e é de inserção alta e flexível.
A sua cabeça é maciça e quadrada, com um pescoço muito musculado. Possui uns dentes fortes bem encaixados. Apresenta um nariz amplo, de cor preta intensa e uns olhos grandes, pretos e ovais.
Caráter e comportamento
É um cão dotado de um forte temperamento, dominante e com um definido instinto de guarda. É leal com o dono e desconfiado com estranho. Mas há que ter muito olho com eles e socializá-los com as pessoas desde pequenos, para evitar problemas. Já que são muito desconfiados com os estranhos. Mas voltamos a repetir: são muito carinhosos com os donos.
Resumindo diríamos que é um cão de uma força excecional e de uma grande lealdade para com os seus donos se for educado corretamente.